Archive for the 'strategy' Category

Investindo no Mobile Marketing

Agosto 27th, 2008 | Category: mobile, strategy, tendências
Mais uma vez achei no blog do Paul Isakson uma ótima apresentação sobre tendências do marketing, dessa vez mais especificamente sobre o Mobile Marketing. Ela é fruto de um evento sobre estratégia, o DeepSpace, que tem um subtítulo bem provocador: “Stop campaigning and start commiting”.

A pergunta que eu resolvi destacar dentre tantas, para fazer valer a sua leitura, foi: “Por que começar a investir em Mobile Marketing hoje?” O autor Chuck Levine responde:

• Defina os fatores chaves de sucesso antes que os seus concorrentes
• Erre enquanto ainda é cedo
• Desenvolva um modelo próprio de Retorno de Investimento

Enfim, algumas pesquisas usadas aí são números do mercado europeu e americano, e alguns insights estão fora da nossa realidade, mas ainda assim acho que o caso iPhone diz muito para nós. Uma coisa é certa: tanto as tendências tecnológicas, quanto as tendências sociais (que são mais lentas) convergem para o ponto em que se pode afirmar sem preocupações: Mobile Ads will Become a Big Business. Boa leitura.

Se você gostou dessa apresentação e quer ver mais coisa do tipo, tem outras aqui.

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Quando o marketing vira cultura local…

Agosto 08th, 2008 | Category: buzz, cultura pop, experience, guerrilha, strategy
“Se eu te dissesse que, em 1975, o briefing ‘o Cliente quer fazer alguma coisa no local em que está sendo construído um shopping center’ ia se transformar na discoteca que marcou a década, você acreditaria? Pois é verdade. Nelson Motta recebeu esse briefing e resolveu fazer ali a Frenetic Dancin’ Days. Por apenas 3 meses funcionou a discoteca que mais bombou no Rio de Janeiro, no espaço em obras de um shopping center na Gávea. Ali, ele colocou 6 atrizes-cantoras desempregadas a fim de fazer um bico para servir de garçonetes e, uma vez por noite, fazer um show.

Elas usaram meínhas de Lurex com sandália de salto, cantaram Dancin’ Days, abriram as asas, soltaram as feras, viraram as Frenéticas e marcaram o final da década de 70. A boate inspirou a novela Dancin’ Days e a sandália com lurex virou febre fashion e ícone da época disco.”

E se eu te dissesse que, neste ano, uma agência de Porto Alegre criou um bar pra vender apartamentos, você acreditaria?”

O blog Planejamento Criativo fez um ótimo post sobre o case I LOVE TRIBECA da agência Mazah, de Porto Alegre. Vale bem a pena dar uma passada lá, que tá trilegal.

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No padronização. No guidelines. No evil.

Junho 02nd, 2008 | Category: branding, strategy, viral

Esse vídeo da Droga5, além de ter todas as características de sucesso para um viral, leva para um site que por si só já bastava para ser espalhado espontaneamente - dá uma olhada nas animações estilo Adult Swim (em Villain). Mas além disso, a proposta da campanha já parece inteira pensada para soar como conteúdo - vide slogan “No Bills. No contracts. No evil.”, com um tom de denúncia, que é aplicado de várias formas e bate de FRENTE com a concorrência.

Note também como os filmes (também no site, em Heroes) não têm nada a ver com os desenhos, muito menos com o vídeo viral… Mas convergem tão bem e são parte do mesmo tema. “Não é uma campanha, é uma postura.” como diz Werner Lucksch, falando do que realmente é coerência na comunicação - e não a limitação da padronizacão que chamam de “identidade de marca”.

Agora, voltando para ação da Net10… Essa promessa (No Evil) é bem difícil para uma operadora telefônica fazer, acho que aqui no Brasil só uma empresa muito heróica para surgir com um tema desses.

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