Archive for the 'SDS' Category
Eleitores e MÃdia 2.0
| Em evento co-produzido pela Ad Age e a Digital Hollywood, chamado “Advertising 2.0â€, um dos palestrantes (o presidente da Tequila North América, Kristi Vandenbosch) mostrou um vÃdeo que reúne as mais influentes ações digitais e vÃdeos virais da campanha presidencial, que foram criadas pelo próprio público.
A produção acima é resultado de uma enquete informal que o sr. Vandenbosch fez para pessoas com menos de 35 anos, perguntando quais eram as suas principais fontes de informação na hora de decidir o voto. Segundo ele, além de enviar essas peças que aparecem no vÃdeo como resposta, a grande maioria dizia que confiava mais em comentários (até mesmo satÃricos) de pessoas com que tinham contato, do que notÃcias da mÃdia tradicional – e menos ainda, de discurso dos próprios candidatos. Isso demonstra o impacto que as redes sociais e o conteúdo gerado por usuários (no caso, eleitores) tiveram no âmbito polÃtico-eleitoral americano. Falando nisso, há alguns meses atrás postamos a apresentação “What’s Next in Marketing + Advertising†falando das mudanças que as mÃdias sociais traziam para o mercado e a comunicação. Agora, Neil Perkin faz a sua versão de “What’s Next”, contando o impacto que elas fazem na mÃdia como um todo - principalmente no jornalismo. Segundo o autor da apresentação, que é diretor de Marketing e Estratégia da IPC Media, essa história toda tem muito a ver com marketing e propaganda. E aÃ, já dá pra acreditar nele? |
A força de um pequeno exército
| A Austrália ia jogar contra Gana em um jogo amistoso em Sydney nesse fim-de-semana (sim, de futebol). Mas como faltava torcida, quatro amigos ganenses se juntaram para encontrar alguém que poderia ser o “H” para, pelo menos, poder completar o nome do paÃs (”Ghana”, em inglês). E olha o barulho que eles fizeram:
É incrÃvel com um pouco de disposição, um mÃnimo de esforço e bastante espÃrito, dá para comunicar uma causa e dar o que falar… Ps.: Mas fiquei com uma pulga atrás da orelha. Será que isso teria alguma coisa a ver com a campanha “Missing H” da Lexus? Via Adverblog |
Microsoft é cool!
| 100% do Brainstorm#9:
A capa da próxima Fast Company, edição de junho, trará Alex Bogusky, o todo poderoso chairman da Crispin Porter + Bogusky, a maior hotshop de publicidade da atualidade. Na matéria, a jornalista Danielle Sacks conta da missão hercúlea de 300 milhões de dólares que Bogusky e sua agência tem na mão: tornar a Microsoft “coolâ€, depois de tanto apanhar da Apple nos últimos anos. Chamado de o Steve Jobs da propaganda, Bogusky não é nada sutil em suas declarações. Na que estampa a capa, ele diz: “Nós somos mercenários.†A Microsoft, que antes era atendida globalmente pela McCann Erickson, entregou sua conta para a Crispin Porter + Bogusky em fevereiro deste ano, em mais um exemplo de cliente gigante que deixa uma agência mastodôntica para apostar em um bureau de criação. O primeiro trabalho da Crispin para a Microsoft deve sair no próximo mês de julho. A nova edição da Fast Company ainda não consta no site da revista, mas deve estar disponÃvel online nas próximas semanas.
Put a keep are you!! |
GreenPix, a parede de luz auto-sustentável
| Um imenso painel de LEDs foi construÃdo no Complexo de Entretenimento Xicui, próximo ao Centro OlÃmpico em Pequim, para recepcionar os visitantes da cidade nos jogos olÃmpicos.
A parede curtinada forma uma tela gigante para imagens dinâmicas. Batizado de “GreenPix – Zero Energy Media Wallâ€, o projeto une tecnologia de mÃdia digital e sustentabilidade: toda a energia necessária é obtida através de painéis solares durante o dia. As células solares fotovoltaicas e policristalinas são laminadas dentro do vidro. O prédio foi inagurado no começo de Maio, com uma exibição de instalações de vÃdeo e performances ao vivo de artistas da China, Europa e EUA. Veja mais imagens aqui. |
Surfando com Tubarão - Viral do momento
| Ja recebi de 3 pessoas diferentes esse video hoje, o que me mostra que, com certeza é o viral do momento! |
Atitude
Direto do Blue Bus,
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Transmedia Storytelling e Transmedia Planning (parte II)
| Bom, aqui vai mais um post longo como prometi. Como é uma continuação, se você não leu a primeira parte, é melhor dar uma conferida.
Bem, onde estávamos? Ah, sim… Você estava me perguntando o que a idéia de Transmedia Storytelling teria a ver com a comunicação e com o marketing de outros setores que não são o de entretenimento. Eu te dei um exemplo da Nokia, e provavelmente não respondi tanto sua pergunta. Pois então, o que é importante observar é o que o entretenimento multiplataforma nos ensina sobre a cultura de convergência, e não apenas como ele pode ser adaptado pra fazer uma ação diferentona. Antes de ir direto ao assunto, vamos dar uma olhada em um conceito que Aki Spicer menciona em seu ótimo Brainfood sobre as 10 tendências das redes sociais, o Social Graph: Não se está falando de quantos contatos nós temos no Orkut ou no Facebook, mas de todo o tecido de relações que faz parte do nosso dia-a-dia, devido à semelhança de interesses, motivos profissionais, localização, lÃngua e toda uma gama de fatores - imagine seu “gráfico social†e quem participa dele. Se como um ARG, uma marca oferece uma “moeda social†e uma oportunidade de co-criação para seu público entrar na conversação em torno dela (ou da história que está contando), ela conseguiu realmente pensar 2.0: comunidades da marca serão criadas por seus fãs, e contaminarão qualitativamente o Social Graph de muita gente. Afinal, as pessoas não vivem nem tomam decisão de forma isolada. Storytelling Vs. Branded Content Depois que a BMW lançou curtas hollywodianos pela internet e começou a gerar debates sobre o que viria a ser “Advertainmentâ€, muita gente adotou o discurso “viva o conteúdo†e o Branded Entertainment passou a ser o novo rosa. Ótimo. Mas simplificaram a questão. Muitas vezes, toma-se por “conteúdo†um formato antigo de entretenimento que já não surpreende. O novÃssimo modelo de comunicação não fica tão diferente do que fabricantes de sabão já faziam há décadas nos EUA, patrocinando novelas, as famosas Soap Operas. Esquecem que agora, na era da internet e da tv digital, o consumidor de entretenimento escolhe o que quer ver. Não existe mais “Appointment TVâ€, e sim, “Engagement TVâ€: tv on demand. Nesse ponto, vale ouvir Bob Garfield da Advertising Age: “Eventos esportivos ao vivo serão a única coisa que restará para a TV. Produzir algo para ser visto dentro de uma grade de programação, com horário programado, simplesmente não combina mais com o modo que as pessoas consomem conteúdo hoje em dia†– é claro que no Brasil isso ainda é futuro para a grande maioria da população. Para pegar um exemplo forte, a série City Hunters, veiculada pela Fox e criada para a Axe é uma idéia muito boa - eles até disponibilizam os episódios para download. Mas por outro lado, o envolvimento e interação que ela oferece é muito fraco. Mauricio Mota, em sua matéria para o Meio Digital, diz o seguinte: “o foco do Transmedia storytelling é um só, no que diz respeito à s marcas: uma estratégia focada em marca como conteúdo. E não marca COM conteúdo ou marca bancando conteúdo.” É aà que estaremos falando de planejamento transmÃdia. Transmedia Planning (Planejamento TransmÃdia) Segundo o digital ninja da Naked, Faris Yakob, tradicionalmente a indústria da comunicação tem adotado um modelo em que um único pensamento permearia todas as outras mÃdias, de modo integrado e 360º. Acreditou-se sempre que repetindo essa mesma idéia se reforçaria o impacto na mente do consumidor, o que seria mais efetivo. Mas agora, pensando no planejamento transmÃdia, haveria uma narrativa não linear da marca. Diferentes canais contendo elementos diferentes criariam um mundo mais extenso para ela. Os consumidores iriam juntar os pontos e construÃ-la juntos. E pensando assim, tudo é projetado para que se criem comunidades sobre a marca, assim como o Matrix fez as pessoas se juntarem para compartilhar elementos da narrativa. O trabalho das agências torna a ser o de Experience Designers, como diz Audrey Carr, o estrategista interativo da Organic: Ao invés de falar de cima pra baixo para todos, de forma massificada, se falaria para cima, com todos, dando para diferentes grupos algo único: para cada nicho, uma referência especÃfica para ser ‘pescada” e sobre a qual essas pessoas sintam vontade de compartilhar. Isso é gerar envolvimento e respeitar a inteligência do público. Voltando ao pensamento de Faris… O modelo tradicional, que sempre foi assim: Ficaria assim: |
Transmedia Storytelling e Transmedia Planning (parte I)
| Há algum tempo atrás, fiz pesquisas sobre “transmedia storytelling” e sua versão para marcas, “transmedia planning”. Atualmente, tenho encontrado ações que me justificam falar desses termos. Então vocês vão me desculpar, mas preciso fazer dois post longos. Acho que vocês vão gostar de ler.
Transmedia Storytelling e a Cultura da Convergência Henry Jenkins, autor de “Convergence Cultureâ€, sugere compreender a era da convergência de mÃdia como um processo sócio-cultural, ao invés de enxergá-la pela perspectiva única e limitada da visão tecnológica. O acadêmico nota que além da proliferação de novas formas de mÃdia, e o interesse de diminuir custos por parte dos produtores de conteúdo que pulverizam seus canais buscando extender o interesse por seus produtos e atingir diferentes audiências, a dispersão da informação representa uma importante fonte de complexidade na cultura popular contemporânea: cada plataforma pede uma nova forma de comunicar. E é a partir desse contexto que surge o conceito de “transmedia storytellingâ€, uma nova forma de construir narrativas - afinal, além de co-coordernar um grupo de pesquisas de mÃdia no MIT, Jenkins é professor de literatura… Ainda em suas palavras: “Uma história transmÃdia se desdobra através de múltiplas plataformas de mÃdia, cada qual com um novo texto, fazendo uma contribuição distinta e valiosa para o todoâ€. Um exemplo que ele gosta de citar é o da franchising Matrix, que é formada por três filmes, a série AniMatrix, duas coleções de quadrinhos e vários vÃdeo games - sem uma fonte sequer que consiga unificar tudo para que algum não iniciado no seu universo possa comprendê-lo. Um exemplo mais simples e atual de entretenimento cross-media é a ação “We tell stories†da editora Penguim Books, citado no último post do AdVertigo como você pode ver abaixo. Outro caso muito citado por quem aborda o assunto ultimamente é o ótimo case da série “Heroesâ€. Para ser didático, essencialmente, todo ARG é uma história transmÃdia. Vale a pena das olhada nos cases “The Lost Ring”, Year Zero e Batman Begins. (me perdoem pela quebra de leitura, pessoal, vocês podem conferir esses links mais tarde) Hipersocialidade Como uma perspectiva singular de cada membro e peças individuais da história para compartilhar, uma “moeda social†(social currency) é criada e facilmente se torna responsável por brotar comunidades em torno da história, em busca de trocar essas informações. É o caso das comunidades de ARG’s que precisam uns dos outros pra resolver desafios, puzzles e descobrir elementos da história, que criam wikis (ex.: Lostpedia para o ARG “Lost Experience”) para inteirar novos entrantes sobre os termos mais usados no jogo; e ainda quando os membros da platéia encarnam o papel de co-criadores da história… É nessa hora que emerge a “inteligência coletivaâ€, termo cunhado por Pierre Levy, que se refere à s novas estruturas sociais que possibilitam uma produção e circulação de conhecimento em uma sociedade interconectada. Então tá, isso tudo parece uma tendência muito interessante, pode até gerar ações legais, mas não seria algo restrito à indústria do entretenimento? O que isso teria ver com a comunicação e com o marketing de outros setores? Bem, vamos por partes. Pra começar, eis um belo exemplo: a Nokia fez uma campanha global a partir do conceito criado pela Lowe que coloca o produto como uma nova forma de contar histórias, chamada “The Urbanista Diariesâ€. Para promover o lançamento do N82, com câmera de 5 megapixels e GPS integrado, a marca, através da RG/A, convidou quatro blogueiros para capturar e mapear imagens e vÃdeos pelo mundo, contando sua jornada por diferentes cidades. Alem de poder acompanhar cada um em tempo real, via GPS, as informações passadas poderiam ser vistas pela aplicação Nokia Sports Tracker, já previamente instalada no N82. Para cada blogueiro, havia widgets que podiam ser embedados em blogs e redes sociais. Para planejadores estratégicos e pesquisadores da web 2.0 em geral, existe um visão comum sobre o futuro do branding: as marcas precisam começar a contar histórias para entrar na história diária de seus consumidores. Confira novamente o Brainfood da Fallon, postado aqui no Advertigo, depois desse post tudo vai fazer mais sentido. (isso não vale pra você que já são experts, ok? rss) É isso, pessoal, até o próximo post longo. Abraços, Fábio M. |
“Search” em mÃdia offline
| Na hora de fazer um site, a primeira coisa a pensar é uma boa URL. Isso quer dizer: fácil de decorar (e para empresas B2B: fácil de dizer pelo telefone). Mas o que acontece quando todos os melhores domÃnios já têm dono? No Japão, para facilitar a memorização dos endereços, estão colocando “search boxes†(caixas de busca) nos anúncios, com os termos recomendados. Olha só alguns exemplos encontrados em trens:
Será que isso demora pra virar moda por aqui? |
What’s next?
| Da série “pérolas do Slideshare”, ótima apresentação reunindo o que grandes nomes do marketing e da publicidade andam dizendo sobre um futuro que já está acontecendo. Vale bem a pena conferir:
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