Archive for the 'pesquisa' Category
Nuvens de Tag versão Brand
Noah Brier, o estrategista da Naked, criou um site para pesquisar o que as pessoas falam ou pensam sobre as marcas, que usa a nuvem de tags como visualização.
Nas palavras dele: “If brands exist as the sum of all thoughts in someone’s head, then if you ask a bunch of people what a brand is and make a tag cloud, you should have a pretty accurate look at what the brand represents.†E depois que ele viu que a brincadeira funciona, fez o Celeb Tags. |
Desilusão Telivisiva
| Direto do ótimo Estalo.org:
O resumo da ópera é o seguinte: o consumo de conteúdo da TV como conhecemos está cada vez mais migrando para outros tipos de aparelhos (celulares e computadores, basicamente) que permitem que este conteúdo seja visto na hora que a pessoa quiser, onde quiser. E mais, o conteúdo disponÃvel na TV está cada vez menos atraente, especialmente no Brasil, onde existe o maior nÃvel de insatisfação com o que a TV oferece…” Confira na Ãntegra aqui. Essa vai pra seção “link do mês”. |
Transmedia Storytelling e Transmedia Planning (parte I)
| Há algum tempo atrás, fiz pesquisas sobre “transmedia storytelling” e sua versão para marcas, “transmedia planning”. Atualmente, tenho encontrado ações que me justificam falar desses termos. Então vocês vão me desculpar, mas preciso fazer dois post longos. Acho que vocês vão gostar de ler.
Transmedia Storytelling e a Cultura da Convergência Henry Jenkins, autor de “Convergence Cultureâ€, sugere compreender a era da convergência de mÃdia como um processo sócio-cultural, ao invés de enxergá-la pela perspectiva única e limitada da visão tecnológica. O acadêmico nota que além da proliferação de novas formas de mÃdia, e o interesse de diminuir custos por parte dos produtores de conteúdo que pulverizam seus canais buscando extender o interesse por seus produtos e atingir diferentes audiências, a dispersão da informação representa uma importante fonte de complexidade na cultura popular contemporânea: cada plataforma pede uma nova forma de comunicar. E é a partir desse contexto que surge o conceito de “transmedia storytellingâ€, uma nova forma de construir narrativas - afinal, além de co-coordernar um grupo de pesquisas de mÃdia no MIT, Jenkins é professor de literatura… Ainda em suas palavras: “Uma história transmÃdia se desdobra através de múltiplas plataformas de mÃdia, cada qual com um novo texto, fazendo uma contribuição distinta e valiosa para o todoâ€. Um exemplo que ele gosta de citar é o da franchising Matrix, que é formada por três filmes, a série AniMatrix, duas coleções de quadrinhos e vários vÃdeo games - sem uma fonte sequer que consiga unificar tudo para que algum não iniciado no seu universo possa comprendê-lo. Um exemplo mais simples e atual de entretenimento cross-media é a ação “We tell stories†da editora Penguim Books, citado no último post do AdVertigo como você pode ver abaixo. Outro caso muito citado por quem aborda o assunto ultimamente é o ótimo case da série “Heroesâ€. Para ser didático, essencialmente, todo ARG é uma história transmÃdia. Vale a pena das olhada nos cases “The Lost Ring”, Year Zero e Batman Begins. (me perdoem pela quebra de leitura, pessoal, vocês podem conferir esses links mais tarde) Hipersocialidade Como uma perspectiva singular de cada membro e peças individuais da história para compartilhar, uma “moeda social†(social currency) é criada e facilmente se torna responsável por brotar comunidades em torno da história, em busca de trocar essas informações. É o caso das comunidades de ARG’s que precisam uns dos outros pra resolver desafios, puzzles e descobrir elementos da história, que criam wikis (ex.: Lostpedia para o ARG “Lost Experience”) para inteirar novos entrantes sobre os termos mais usados no jogo; e ainda quando os membros da platéia encarnam o papel de co-criadores da história… É nessa hora que emerge a “inteligência coletivaâ€, termo cunhado por Pierre Levy, que se refere à s novas estruturas sociais que possibilitam uma produção e circulação de conhecimento em uma sociedade interconectada. Então tá, isso tudo parece uma tendência muito interessante, pode até gerar ações legais, mas não seria algo restrito à indústria do entretenimento? O que isso teria ver com a comunicação e com o marketing de outros setores? Bem, vamos por partes. Pra começar, eis um belo exemplo: a Nokia fez uma campanha global a partir do conceito criado pela Lowe que coloca o produto como uma nova forma de contar histórias, chamada “The Urbanista Diariesâ€. Para promover o lançamento do N82, com câmera de 5 megapixels e GPS integrado, a marca, através da RG/A, convidou quatro blogueiros para capturar e mapear imagens e vÃdeos pelo mundo, contando sua jornada por diferentes cidades. Alem de poder acompanhar cada um em tempo real, via GPS, as informações passadas poderiam ser vistas pela aplicação Nokia Sports Tracker, já previamente instalada no N82. Para cada blogueiro, havia widgets que podiam ser embedados em blogs e redes sociais. Para planejadores estratégicos e pesquisadores da web 2.0 em geral, existe um visão comum sobre o futuro do branding: as marcas precisam começar a contar histórias para entrar na história diária de seus consumidores. Confira novamente o Brainfood da Fallon, postado aqui no Advertigo, depois desse post tudo vai fazer mais sentido. (isso não vale pra você que já são experts, ok? rss) É isso, pessoal, até o próximo post longo. Abraços, Fábio M. |
Uso de internet nos EUA
| Além de ser muito bonito, esse gráfico é bem interessante: cria perfis de uso de internet nos EUA (como “criadores”, “crÃticos”, “espectadores), e a quantidade desse uso por faixa etária.
Agora recomendo um exercÃcio: tente imaginar esse gráfico na versão brasileira. Via 407 InVItro |
Investimentos em mÃdia alternativa nos EUA
| Direto do Blue Bus:
“Os investimentos em mÃdia alternativa subiram 22% no mercado americano em 2007, chegando a USD 73,4 bilhões, segundo pesquisa da PQ Media. A previsão é de que subam mais 20% este ano, apesar das dificuldades econômicas enfrentadas pelos EUA. A chamada mÃdia alternativa inclui 18 segmentos, como patrocÃnios de eventos e product placement. Ainda de acordo com a pesquisa, a mÃdia alternativa correspondeu a 16% do total dos investimentos em propaganda e marketing em 2007 - o dobro do que representava há 5 anos. Nos proximos 5 anos, o avanço da mÃdia alternativa será puxado por alguns segmentos de crescimento mais rápido - pela ordem, os 5 primeiros sao mÃdia gerada pelo consumidor, propaganda em aparelhos móveis, publicidade em videogames, propaganda em vÃdeo online e boca a boca.” Gostaria muito de saber os números para o Brasil, alguém sabe? |
Stone & Stone Test Institute
| Ok, é preciso ter cuidado com más idéias que parecem boas. E por isso existem os famosos pré-testes. Mas não é preciso também tomar cuidado com eles? A DraftFCB de Hamburgo fez um filme para falar do assunto: o que aconteceria se tivessem acreditado tanto em resultados de Focus Groups na Idade da Pedra?
Ver também: - Outro da mesma campanha: a roda |





