Archive for the 'CGM' Category

Vídeo Clipe criado por usuário

Agosto 14th, 2008 | Category: CGM, cultura pop, engagement, storytelling
Seguindo a onda de crowdsourcing, como aquele diretor que permitiu ao público participar de seu filme, a abertura de participação para iniciativas criativas vai conquistando cada vez mais artistas e profissionais do entretenimento em geral como modo de se comunicar e chamar os fãs para participarem de sua história.

Agora, para promover o álbum “Brotherhood”, a dupla britânica Chemical Brothers abriu um concurso na internet para que seus fãs criem um curtíssima metragem (de 20 segundos) a partir do novo single ‘Midnight Madness’ e que pode servir de base para a criação do vídeoclipe oficial da música. O legal é que, para participar, os interessados vão ter que colocar essas criações no Google Earth através de um link no site oficial do grupo.

O vídeo clipe será apresentado exclusivamente no canal do The Chemical Brothers no YouTube e em um canal do Google Earth, na semana do dia 18 de agosto, quando o single será lançado.

Essas iniciativas de co-criação e multiplataforma sempre me lembram um certo papo que já tivemos por aqui.

No comments

Etnografia Digital: uma imersão antropológica no mundo do Youtube

Agosto 11th, 2008 | Category: CGM, cultura pop, filosofice, internet, pesquisa, redes sociais, video, web 2.0
Michael Wesch é um antropólogo cultural e um media ecologist explorando os impactos das novas mídias nas relações humanas. O interessante é que para as suas pesquisas ele faz o que chama de “observação participativa”, ou seja, ao invés de analisar os usos da tecnologia digital apenas de fora, como quem se fecha na própria teoria, também mergulha no universo virtual em que está mapeando - e junto com uma equipe de universitários, explora as relações com as pessoas como o que se faz entre elas mesmas: criando e comentando blogs e vídeos, compartilhando links no Delicious, votando no Digg e sendo influenciado por rankings no Technorati. E assim, no lançamento desse mesmo grupo, Wesch criou um vídeo despretensioso, que, em um pouco mais de um ano, teve mais de 3 milhões de views. No vídeo abaixo você pode ver uma palestra que ele deu de uma pesquisa antropológica do próprio Youtube, (vale a pena reservar um tempo, porque é bastante longo).

Muitos cases de viralização aí são antigos (sem falar os de marketing), mas depois dessa imersão no fenômeno youtube fica tão fácil entender que não faz sentido analisar um consumidor isoladamente, já que ele produz sua identidade em uma mega-rede social hiperconectada, com pessoas que nem conhece. Nas ferramentas de relação da internet, contamina e espalha memes, dissemina idéias e reproduz coreografias, ao mesmo tempo que espalha o germe que dá origem às criações mais autênticas.
E agora vem uma pergunta: como vai a sua etnografia digital?

4 comments

Mais prisioneiros na Berrini

Julho 29th, 2008 | Category: CGM, guerrilha
A Fox resolveu mesmo apostar em performances de rua, e mais uma vez escolheu a Luis Carlos Berrini para divulgar uma de suas séries: colocou um ator enjaulado na avenida, uma das mais movimentadas de São Paulo. Ele vai ficar lá até por 3 dias a não ser que alguém acerte a senha no site www.querosairdaqui.com.br.

Dessa vez, a mídia humana aprisionada está anunciando a 3ª temporada da série “Prison Break”. Acontece que há menos de um mês, a mesma Fox mandou algemar figurantes para divulgar a série “9MM-São Paulo”.

Como é a mesma emissora usando a mesma praça, com conceitos bem parecidos, me pareceu confuso. Fora isso, guerrilha geralmente é um fato inusitado pra gerar boca-a-boca; e sendo assim, é melhor que o tema de conversa seja sobre algo de novo que surge e não algo que surge de novo….

… Mas pelo jeito, resolveram optar pelo velho modelo de copiar o que funciona, esquecendo que nada funciona tão bem como o inédito.

1 comment

Eleitores e Mídia 2.0

Junho 11th, 2008 | Category: CGM, SDS, engagement, publicidade, redes sociais, video, viral, web 2.0
Em evento co-produzido pela Ad Age e a Digital Hollywood, chamado “Advertising 2.0”, um dos palestrantes (o presidente da Tequila North América, Kristi Vandenbosch) mostrou um vídeo que reúne as mais influentes ações digitais e vídeos virais da campanha presidencial, que foram criadas pelo próprio público.

A produção acima é resultado de uma enquete informal que o sr. Vandenbosch fez para pessoas com menos de 35 anos, perguntando quais eram as suas principais fontes de informação na hora de decidir o voto. Segundo ele, além de enviar essas peças que aparecem no vídeo como resposta, a grande maioria dizia que confiava mais em comentários (até mesmo satíricos) de pessoas com que tinham contato, do que notícias da mídia tradicional – e menos ainda, de discurso dos próprios candidatos. Isso demonstra o impacto que as redes sociais e o conteúdo gerado por usuários (no caso, eleitores) tiveram no âmbito político-eleitoral americano.

Falando nisso, há alguns meses atrás postamos a apresentação “What’s Next in Marketing + Advertising” falando das mudanças que as mídias sociais traziam para o mercado e a comunicação. Agora, Neil Perkin faz a sua versão de “What’s Next”, contando o impacto que elas fazem na mídia como um todo - principalmente no jornalismo.

Segundo o autor da apresentação, que é diretor de Marketing e Estratégia da IPC Media, essa história toda tem muito a ver com marketing e propaganda. E aí, já dá pra acreditar nele?

No comments

Youtube dá força para “Jornalismo Participativo”

Maio 21st, 2008 | Category: CGM, branding, engagement, notícia, tendências
citizennews.png

O Youtube lançou ontem (20 de maio) seu canal de jornalismo social ou participativo, o Citizen News. Na instantaneidade que vivemos hoje, algumas notícias não podem esperar muito para serem publicadas e muitos usuários do Youtube são os primeiros a registrar e comunicar certos fatos. Mas a proposta do Citizen News é na verdade destacar e apoiar “repórteres-cidadãos” que já produzem matérias e videocasts jornalísticos com certa periodicidade no site. Eles também pedem que os usuários avisem os administradores do canal sobre algum material de qualidade não encontrado, enviem sugestões de ferramentas e por aí vai.

Como diz Tiago Dória, já que a maioria do conteúdo amador é produzido por aparelhos móveis, melhorar a integração mobile já seria um bom começo para ajudar esse pessoal - e dar mais velocidade para a conversão dos vídeos também.

A Olivia, que é a 1ª gerente de notícias do Youtube e foi contratada apenas para cuidar do canal, pode contar um pouco mais. O Steve vai apresentar ela para vocês! (perdão, mas eles não falam português, pessoal)

O Youtube é mais uma plataforma do que um veículo de mídia, então não se trata tanto de um modelo híbrido, que une conteúdo gerado por usuário com conteúdo gerado por profissionais (um exemplo no Brasil seria o Radar Cultura, que fez uma cobertura colaborativa da virada cultural). Acontece que o site de vídeos já tem muita produção de matérias, e o que faltava era mesmo uma seleção. Por isso não acho que é o caso de algumas iniciativas que romantizam o jornalismo participativo e investem cegamente sem um planejamento realista.

Acho que a visão do Youtube de entrar na comunidade de seus usuários e potencializar a criação desses é um belo exemplo de como as marcas deveriam agir na internet, fomentando inter-relações do seu público e buscando, nessas conversas, a informação e o material que precisa para se reinventar.

1 comment

UT Loop, widget-viral da Uniqlo

Maio 09th, 2008 | Category: CGM, blogs, cultura pop, e-commerce, viral
A Uniqlo é uma marca varejista japonesa que não se permite fazer nada muito convencional. Ela sempre faz uso de ferramentas web para se relacionar com blogueiros no Japão e no mundo, como esse widget (leia mais sobre widgets nesse post).Dessa vez, ela não deixou por menos para lançar seu “UT Project” - a nova gama de t-shirts criadas pela nata do urban design contemporâneo (tem até algumas estampas com trabalhos do Keith Haring e Basquiat). A pessoa que entrar no hotsite UT Loop, faz um mix de pessoas bem estilosas e cria um widget, que pode ser postado em seu blog. Vote no que nossa designer Keila (a.k.a Sheila Kelly) fez:


Legal, né? Pois é. E nas lojas de Harajuku em Tóquio, a coleção UT está na maior vending machine do mundo. Olha só:

uniqlo.jpg

Chato, né?

No comments

Caos na gráfica

Maio 07th, 2008 | Category: CGM, video, viral
filled.jpg

ClustaRack é uma fabricante britânica que produziu esse acessório acima: o rack. É um produto extremamente simples que organiza rolos de papéis para impressora. Já tinha ouvido falar? Nem eu, e provavelmente nunca ouviríamos se eles não tivessem feito esse vídeo aqui:

Sim, é a paródia de Honda knock on effect, o filme de maior sucesso viral na internet. Não é uma ação inovadora, mas o mérito deles está na escolha ousada - em se tratando um nicho tão específico - e na execução, que caiu como um luva para a proposta do produto deles: o efeito dominó vai mostrando os perigos que uma gráfica incorre com a bagunça que os rolos causam. E não é que eles produziram até um making off? Ou seja, não existe produto sem graça quando a idéia é boa.

obs.: Antes de você dizer que essa ação é coisa de blog de publicitário, vale lembrar que nós somos uma mídia. Para um criativo passar para o colega produtor gráfico, e esse passar para seus amigos de gráficas, é muito fácil. Ou não é?

Via e*idéias

No comments

Mapa da Blogosfera Brasileira (segundo André Dahmer)

Maio 05th, 2008 | Category: CGM, blogs, buzz, cultura pop, internet
Clique em cada território para acessar o respectivo blog:


André Dahmer, que faz a tira dos Malvados, mapeou a Blogosfera Brasileira segundo um critério bem seu - ou seja, nada bonzinho. Vários blogueiros injustiçados foram reclamar, o que só realizou o desejo do autor: “O Grande Mapa Dahmer da Blogosfera Brasileira foi especialmente desenhado para alimentar brigas por coisas pequenas. Ele contém vinte e seis graves erros de omissão, localização e lógica.” E assim, o pequeno mundo blogueiro entrou em debate (veja os comentários na fonte)

No comments

Transmedia Storytelling e Transmedia Planning (parte II)

Bom, aqui vai mais um post longo como prometi. Como é uma continuação, se você não leu a primeira parte, é melhor dar uma conferida.

Bem, onde estávamos? Ah, sim… Você estava me perguntando o que a idéia de Transmedia Storytelling teria a ver com a comunicação e com o marketing de outros setores que não são o de entretenimento. Eu te dei um exemplo da Nokia, e provavelmente não respondi tanto sua pergunta. Pois então, o que é importante observar é o que o entretenimento multiplataforma nos ensina sobre a cultura de convergência, e não apenas como ele pode ser adaptado pra fazer uma ação diferentona.

Antes de ir direto ao assunto, vamos dar uma olhada em um conceito que Aki Spicer menciona em seu ótimo Brainfood sobre as 10 tendências das redes sociais, o Social Graph:

social-graph.jpg

Não se está falando de quantos contatos nós temos no Orkut ou no Facebook, mas de todo o tecido de relações que faz parte do nosso dia-a-dia, devido à semelhança de interesses, motivos profissionais, localização, língua e toda uma gama de fatores - imagine seu “gráfico social” e quem participa dele. Se como um ARG, uma marca oferece uma “moeda social” e uma oportunidade de co-criação para seu público entrar na conversação em torno dela (ou da história que está contando), ela conseguiu realmente pensar 2.0: comunidades da marca serão criadas por seus fãs, e contaminarão qualitativamente o Social Graph de muita gente. Afinal, as pessoas não vivem nem tomam decisão de forma isolada.

implications-for-social-graph.jpg

Storytelling Vs. Branded Content

Depois que a BMW lançou curtas hollywodianos pela internet e começou a gerar debates sobre o que viria a ser “Advertainment”, muita gente adotou o discurso “viva o conteúdo” e o Branded Entertainment passou a ser o novo rosa. Ótimo. Mas simplificaram a questão. Muitas vezes, toma-se por “conteúdo” um formato antigo de entretenimento que já não surpreende. O novíssimo modelo de comunicação não fica tão diferente do que fabricantes de sabão já faziam há décadas nos EUA, patrocinando novelas, as famosas Soap Operas. Esquecem que agora, na era da internet e da tv digital, o consumidor de entretenimento escolhe o que quer ver. Não existe mais “Appointment TV”, e sim, “Engagement TV”: tv on demand. Nesse ponto, vale ouvir Bob Garfield da Advertising Age: “Eventos esportivos ao vivo serão a única coisa que restará para a TV. Produzir algo para ser visto dentro de uma grade de programação, com horário programado, simplesmente não combina mais com o modo que as pessoas consomem conteúdo hoje em dia” – é claro que no Brasil isso ainda é futuro para a grande maioria da população. Para pegar um exemplo forte, a série City Hunters, veiculada pela Fox e criada para a Axe é uma idéia muito boa - eles até disponibilizam os episódios para download. Mas por outro lado, o envolvimento e interação que ela oferece é muito fraco.

Mauricio Mota, em sua matéria para o Meio Digital, diz o seguinte: “o foco do Transmedia storytelling é um só, no que diz respeito às marcas: uma estratégia focada em marca como conteúdo. E não marca COM conteúdo ou marca bancando conteúdo.” É aí que estaremos falando de planejamento transmídia.

dsc_0001.jpg

Transmedia Planning (Planejamento Transmídia)

Segundo o digital ninja da Naked, Faris Yakob, tradicionalmente a indústria da comunicação tem adotado um modelo em que um único pensamento permearia todas as outras mídias, de modo integrado e 360º. Acreditou-se sempre que repetindo essa mesma idéia se reforçaria o impacto na mente do consumidor, o que seria mais efetivo. Mas agora, pensando no planejamento transmídia, haveria uma narrativa não linear da marca. Diferentes canais contendo elementos diferentes criariam um mundo mais extenso para ela. Os consumidores iriam juntar os pontos e construí-la juntos.

E pensando assim, tudo é projetado para que se criem comunidades sobre a marca, assim como o Matrix fez as pessoas se juntarem para compartilhar elementos da narrativa. O trabalho das agências torna a ser o de Experience Designers, como diz Audrey Carr, o estrategista interativo da Organic:

brandconsumer_new.gif

Ao invés de falar de cima pra baixo para todos, de forma massificada, se falaria para cima, com todos, dando para diferentes grupos algo único: para cada nicho, uma referência específica para ser ‘pescada” e sobre a qual essas pessoas sintam vontade de compartilhar. Isso é gerar envolvimento e respeitar a inteligência do público. Voltando ao pensamento de Faris…

O modelo tradicional, que sempre foi assim:

neutral-planning.jpg

Ficaria assim:

transmedia_planning_1.jpg

6 comments

Transmedia Storytelling e Transmedia Planning (parte I)

Abril 07th, 2008 | Category: ARG, CGM, SDS, arte, internet, pesquisa, redes sociais, storytelling, tendências
Há algum tempo atrás, fiz pesquisas sobre “transmedia storytelling” e sua versão para marcas, “transmedia planning”. Atualmente, tenho encontrado ações que me justificam falar desses termos. Então vocês vão me desculpar, mas preciso fazer dois post longos. Acho que vocês vão gostar de ler.

Transmedia Storytelling e a Cultura da Convergência

Henry Jenkins, autor de “Convergence Culture”, sugere compreender a era da convergência de mídia como um processo sócio-cultural, ao invés de enxergá-la pela perspectiva única e limitada da visão tecnológica. O acadêmico nota que além da proliferação de novas formas de mídia, e o interesse de diminuir custos por parte dos produtores de conteúdo que pulverizam seus canais buscando extender o interesse por seus produtos e atingir diferentes audiências, a dispersão da informação representa uma importante fonte de complexidade na cultura popular contemporânea: cada plataforma pede uma nova forma de comunicar. E é a partir desse contexto que surge o conceito de “transmedia storytelling”, uma nova forma de construir narrativas - afinal, além de co-coordernar um grupo de pesquisas de mídia no MIT, Jenkins é professor de literatura… Ainda em suas palavras: “Uma história transmídia se desdobra através de múltiplas plataformas de mídia, cada qual com um novo texto, fazendo uma contribuição distinta e valiosa para o todo”.

convergence.jpg

Um exemplo que ele gosta de citar é o da franchising Matrix, que é formada por três filmes, a série AniMatrix, duas coleções de quadrinhos e vários vídeo games - sem uma fonte sequer que consiga unificar tudo para que algum não iniciado no seu universo possa comprendê-lo. Um exemplo mais simples e atual de entretenimento cross-media é a ação “We tell stories” da editora Penguim Books, citado no último post do AdVertigo como você pode ver abaixo. Outro caso muito citado por quem aborda o assunto ultimamente é o ótimo case da série “Heroes”. Para ser didático, essencialmente, todo ARG é uma história transmídia. Vale a pena das olhada nos cases “The Lost Ring”, Year Zero e Batman Begins. (me perdoem pela quebra de leitura, pessoal, vocês podem conferir esses links mais tarde)

Hipersocialidade

Como uma perspectiva singular de cada membro e peças individuais da história para compartilhar, uma “moeda social” (social currency) é criada e facilmente se torna responsável por brotar comunidades em torno da história, em busca de trocar essas informações. É o caso das comunidades de ARG’s que precisam uns dos outros pra resolver desafios, puzzles e descobrir elementos da história, que criam wikis (ex.: Lostpedia para o ARG “Lost Experience”) para inteirar novos entrantes sobre os termos mais usados no jogo; e ainda quando os membros da platéia encarnam o papel de co-criadores da história… É nessa hora que emerge a “inteligência coletiva”, termo cunhado por Pierre Levy, que se refere às novas estruturas sociais que possibilitam uma produção e circulação de conhecimento em uma sociedade interconectada.

Então tá, isso tudo parece uma tendência muito interessante, pode até gerar ações legais, mas não seria algo restrito à indústria do entretenimento? O que isso teria ver com a comunicação e com o marketing de outros setores?

Bem, vamos por partes. Pra começar, eis um belo exemplo: a Nokia fez uma campanha global a partir do conceito criado pela Lowe que coloca o produto como uma nova forma de contar histórias, chamada “The Urbanista Diaries”. Para promover o lançamento do N82, com câmera de 5 megapixels e GPS integrado, a marca, através da RG/A, convidou quatro blogueiros para capturar e mapear imagens e vídeos pelo mundo, contando sua jornada por diferentes cidades.

nokiaurbanista2.jpg

Alem de poder acompanhar cada um em tempo real, via GPS, as informações passadas poderiam ser vistas pela aplicação Nokia Sports Tracker, já previamente instalada no N82. Para cada blogueiro, havia widgets que podiam ser embedados em blogs e redes sociais.

nokiaurbanista3.jpg

Para planejadores estratégicos e pesquisadores da web 2.0 em geral, existe um visão comum sobre o futuro do branding: as marcas precisam começar a contar histórias para entrar na história diária de seus consumidores. Confira novamente o Brainfood da Fallon, postado aqui no Advertigo, depois desse post tudo vai fazer mais sentido. (isso não vale pra você que já são experts, ok? rss)

É isso, pessoal, até o próximo post longo.

Abraços, Fábio M.

17 comments

Próxima Página »