Archive for the 'branding' Category
No padronização. No guidelines. No evil.
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Esse vídeo da Droga5, além de ter todas as características de sucesso para um viral, leva para um site que por si só já bastava para ser espalhado espontaneamente - dá uma olhada nas animações estilo Adult Swim (em Villain). Mas além disso, a proposta da campanha já parece inteira pensada para soar como conteúdo - vide slogan “No Bills. No contracts. No evil.”, com um tom de denúncia, que é aplicado de várias formas e bate de FRENTE com a concorrência. Note também como os filmes (também no site, em Heroes) não têm nada a ver com os desenhos, muito menos com o vídeo viral… Mas convergem tão bem e são parte do mesmo tema. “Não é uma campanha, é uma postura.” como diz Werner Lucksch, falando do que realmente é coerência na comunicação - e não a limitação da padronizacão que chamam de “identidade de marca”. Agora, voltando para ação da Net10… Essa promessa (No Evil) é bem difícil para uma operadora telefônica fazer, acho que aqui no Brasil só uma empresa muito heróica para surgir com um tema desses. |
Youtube dá força para “Jornalismo Participativo”
O Youtube lançou ontem (20 de maio) seu canal de jornalismo social ou participativo, o Citizen News. Na instantaneidade que vivemos hoje, algumas notícias não podem esperar muito para serem publicadas e muitos usuários do Youtube são os primeiros a registrar e comunicar certos fatos. Mas a proposta do Citizen News é na verdade destacar e apoiar “repórteres-cidadãos” que já produzem matérias e videocasts jornalísticos com certa periodicidade no site. Eles também pedem que os usuários avisem os administradores do canal sobre algum material de qualidade não encontrado, enviem sugestões de ferramentas e por aí vai. Como diz Tiago Dória, já que a maioria do conteúdo amador é produzido por aparelhos móveis, melhorar a integração mobile já seria um bom começo para ajudar esse pessoal - e dar mais velocidade para a conversão dos vídeos também. A Olivia, que é a 1ª gerente de notícias do Youtube e foi contratada apenas para cuidar do canal, pode contar um pouco mais. O Steve vai apresentar ela para vocês! (perdão, mas eles não falam português, pessoal) O Youtube é mais uma plataforma do que um veículo de mídia, então não se trata tanto de um modelo híbrido, que une conteúdo gerado por usuário com conteúdo gerado por profissionais (um exemplo no Brasil seria o Radar Cultura, que fez uma cobertura colaborativa da virada cultural). Acontece que o site de vídeos já tem muita produção de matérias, e o que faltava era mesmo uma seleção. Por isso não acho que é o caso de algumas iniciativas que romantizam o jornalismo participativo e investem cegamente sem um planejamento realista. Acho que a visão do Youtube de entrar na comunidade de seus usuários e potencializar a criação desses é um belo exemplo de como as marcas deveriam agir na internet, fomentando inter-relações do seu público e buscando, nessas conversas, a informação e o material que precisa para se reinventar. |
NIKE 706, uma verdadeira exposição de marca
A Nike adaptou um galpão, o Espaço 706, para montar uma exposição multimídia que apresenta 100 inovações da marca em Pequim, sede das próximas olimpíadas. O espaço fica localizado no reduto Factory 798, uma área no bairro de Dashanzi que abriga uma comunidade de artistas (também conhecida como 798 Art District), e que é comparada com o SoHo. Ao entrar no local, os visitantes recebem um Ipod Touch com 100 tracks destacando curtas explicações para cada inovação. O espaço é construído para parecer como pedaços das icônicas caixas laranjas dos tênis Nike. As inovações são parte do lançamento global da linha Nike Sportswear, mas também são expostos vários artigos históricos da marca, como os tênis dourados de Michael Johnson originais, um protótipo do Mercurial Vapor do Ronaldo, entre outros. Oportunista, a Nike aproveita o clima das olimpíadas para lembrar que não é só responsável por lançar os calçados esportivos da moda, mas também (e principalmente) uma marca que se preocupa em oferecer design funcional, que de fato melhora as performances dos atletas. Passeio Virtual: o repórter Marcelo Ferrari do site Érika Palomino (de onde tiramos algumas fotos) viajou a Pequim a convite da Nike, e filmou a exposição. Confira aqui. Via Cool Hunting |
Microsoft é cool!
| 100% do Brainstorm#9:
A capa da próxima Fast Company, edição de junho, trará Alex Bogusky, o todo poderoso chairman da Crispin Porter + Bogusky, a maior hotshop de publicidade da atualidade. Na matéria, a jornalista Danielle Sacks conta da missão hercúlea de 300 milhões de dólares que Bogusky e sua agência tem na mão: tornar a Microsoft “cool”, depois de tanto apanhar da Apple nos últimos anos. Chamado de o Steve Jobs da propaganda, Bogusky não é nada sutil em suas declarações. Na que estampa a capa, ele diz: “Nós somos mercenários.” A Microsoft, que antes era atendida globalmente pela McCann Erickson, entregou sua conta para a Crispin Porter + Bogusky em fevereiro deste ano, em mais um exemplo de cliente gigante que deixa uma agência mastodôntica para apostar em um bureau de criação. O primeiro trabalho da Crispin para a Microsoft deve sair no próximo mês de julho. A nova edição da Fast Company ainda não consta no site da revista, mas deve estar disponível online nas próximas semanas.
Put a keep are you!! |
Nuvens de Tag versão Brand
Noah Brier, o estrategista da Naked, criou um site para pesquisar o que as pessoas falam ou pensam sobre as marcas, que usa a nuvem de tags como visualização.
Nas palavras dele: “If brands exist as the sum of all thoughts in someone’s head, then if you ask a bunch of people what a brand is and make a tag cloud, you should have a pretty accurate look at what the brand represents.” E depois que ele viu que a brincadeira funciona, fez o Celeb Tags. |











