Archive for Fevereiro, 2008

E falando em emboscada…

Fevereiro 26th, 2008 | Category: guerrilha
…A loja virtual Zappos.com, de sapatos e acessórios, aproveitou que o público estava olhando para cima no evento Red Bull Air Race, em San Diego, e enviou aviões (da Skytypers) para deixar nuvens de fumaça escrevendo a URL do site no céu.

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A oportunidade apareceu e eles optaram pela ousadia. Resultado: 20 mil ligações e mais de 500 mil page views até uma hora depois da emboscada. Nada como o impacto de um ataque-surpresa…

Via Lá Fora

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Emboscada que vale um apê

Fevereiro 25th, 2008 | Category: guerrilha, viral
Quando ficamos sabendo da implosão do prédio na Berrini (aqui do lado), resolvemos ir até lá fazer o vídeo para a Pringles, que em poucos dias recebeu bastante views.

Mas daí, alguns dias depois, ficamos sabendo de uma promoção da Jovem Pan com a MRV, que está dando um apartamento no valor de R$100.000,00 para o vídeo mais criativo com o tema: “Cadê o meu apê?”, e resolvemos inscrever nosso filme para ver no que dá Resultado: ele está na home, ganhando os cliques de quem resolve acessar o site.

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Quem ouve rádio, vai entender como estamos pegando carona no investimento de mídia da promoção. Nosso diretor de criação, por exemplo (que vem a ser o ator comendo a Pringles), foi impactado pelo spot da promoção 5 vezes enquanto estava no trânsito. Ou seja, além de atrair atenção à la marketing de emboscada para um vídeo que claramente está falando de um produto - apesar de copiar a estética “vídeo caseiro” -, estamos concorrendo a um apartamento! Então já sabe, né? Entra lá e vota pra gente: o título é “Esse já era” .

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“Free Love” na Bélgica

Fevereiro 21st, 2008 | Category: Inovador, mobile
Não, não. O Woodstock não está de novo endereço. É oooutro tipo de amor livre.”Free love” é uma estratégia de comunicação que consiste em oferecer aos consumidores algo útil e relevante, sem qualquer custo, para despertar um sentimento de gratidão enquanto anuncia a marca.

No final do ano passado, por exemplo, a operadora de telefonia móvel Blyk oferecia chamadas gratuitas para usuários que concordassem em receber publicidade no celular. O serviço era exclusivo para o Reino Unido e tinha como target jovens na faixa de 16 a 24 anos.

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Agora, surge na Bélgica um tipo similar de “free love”, que consiste em pagar usuários dinheiro vivo para que assistam anúncios nos seus celulares. Para o mesmo público. Detalhe: não importa de que operadora eles são.

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Funciona assim: o usuário entra no site da “Pumbby”, indica a operadora que usa e quantos anúncios está disposto a assistir. Daí a Pumbby envia os anúncios em links de SMS e para cada um que o usuário assistir, ele recebe EUR 0.44, que podem ser usados para pagar a conta do celular, comprar DVD’s, livros, ingressos de cinema ou ainda ser depositado direto no banco.

É…Talvez se a Globo me pagasse para assistir os comerciais do Fantástico, eles teriam minha gratidão. Mas teria que ser mais do que alguns centavos de Euro…Só brincadeira, pessoal. Paz e amor.

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O que uma batata pode causar?

Fevereiro 20th, 2008 | Category: viral

Uma filmagem amadora, um prédio caindo, sirenes soando logo depois… Algo aqui me lembra o filme Cloverfield. Andam dizendo que a implosão do prédio da Berrini foi ativada por outros motivos…O que você acha?

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Pop Art e a geração youtube

Fevereiro 20th, 2008 | Category: arte, buzz, filosofice, internet, video

O que isso quer dizer? Por que eu ia querer assistir Andy Warhol comendo? E por que diabos ele abre o sanduíche, pra colocar o ketchup na embalagem? São muitas as perguntas que ficam depois desses longos 4 minutos. Mas para a primeira, não gaste tanto sua massa cinzenta; o próprio Andy dá a dica: “My name is Andy Warhol, and I just finished eating a hamburguer”. Só isso. Pois era a intenção do dinamarquês Jørgen Leth, diretor de “66 Cenas da América” (essa aí em cima é uma delas): mostrar fatos corriqueiros sem narrativa para desafiar os clichês dos EUA, um olhar antropológico da coisa.

Mas se fosse um filme do Warhol, as intenções poderiam ser outras. Ele sempre tematizou a adoração por mitos e ícones produzidos pela mídia, mostrando a impessoalidade deles: Marilyn Monroe, Elvis Presley, Coca-Cola, sopas Campbell….E ele mesmo se produziu como mito. Talvez com esse filme estaria rindo disso, porque além de se apropriar do modo serial como a publicidade produz, com a técnica de serigrafia…

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…Ele bolou vários outros modos de chamar atenção. Tinha sósias que se faziam passar por ele durante conferências e acontecimentos sociais, respondia entrevistas de forma monossilábica e algumas vezes até deixava outros responderem por ele. Se tornou uma personalidade curiosa, e atraiu atenção não somente por sua arte (ok, talvez fazendo parte dela…). Enfim, foi um belo publicitário – o que para artistas da Pop Art não é necessariamente um insulto. Se estivesse em nossa época, o filme poderia tanto ser uma perfomance vídeo-art, como uma tentativa viral de sucesso (oras, tem 227 mil views!). Poderia até vender a idéia para o Burger King ou para o ketchup Heinz. Falando nisso, parece que ele errou na sua profecia (e slogan) “Um dia, todos terão direito ao seus 15 minutos de fama”, por 5 minutos. Ah, você já esperava que eu ia falar disso? Então não vou, mas aqui vai uma ação que lembra toda essa história:

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Be kind Rewind

Fevereiro 14th, 2008 | Category: video
Saiu o novo trailer do filme! mto bom!

Dica do Omedi

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Um Hairstyle por degrau

Fevereiro 13th, 2008 | Category: mídia alternativa
Entre tantas ações de mídia alternativa feitas em escadas rolantes, eis uma que se destaca. Criação da agência REDIFFUSION DY&R para o Salão Juice de Mumbai - Índia.

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O início de tudo: “Há 30 anos, nascia o BBS”

Fevereiro 13th, 2008 | Category: internet

Chupinhado na integra:

CAMILA RODRIGUES
da Folha de S.Paulo

Nevava muito em 16 de janeiro de 1978 quando Ward Christensen, um programador da IBM, decidiu ligar para o colega Randy Suess, que trabalhava com hardware, para que ele o ajudasse a ligar um computador S-100 em uma linha telefônica. A idéia era permitir que outras pessoas pudessem acessar informativos.

Esse trecho faz parte de um relato do próprio Christensen sobre a criação do primeiro BBS (Bulletin Board System) do mundo, sistema que antecedeu a internet e que, no próximo sábado, completa 30 anos.

Quem quiser ter uma idéia de como funcionava, pode acessar o Monochrome (www.mono.org), um BBS do Reino Unido que existe desde 1990.

A interface é parecida com a do MS-DOS (veja imagem ao lado): tela de fundo escuro, com alguns caracteres coloridos e as ações são executadas por comandos de teclado.

Como funcionava

Um BBS permitia que, por meio de um modem e uma linha telefônica, as pessoas trocassem mensagens umas com as outras - mas o processo era intermediado por uma central.

Era possível também baixar programas de computador, atualizar o sistema operacional MS-DOS, buscar informações sobre produtos e, em alguns casos, até arrumar namorados. No Brasil, ele só chegaria no final da década de 1980.

Quem quiser ver a íntegra do relato de Christensen, pode acessar o site timeline.textfiles.com/1978/01/16/2/FILES/cbbs.txt. O texto é de 1989 e está em inglês.

Como era utilizado

Por meio dessas redes, era possível acessar fóruns sobre diversos assuntos. Havia alguns BBS gratuitos, mas a maioria cobrava uma taxa de assinatura, que dava direito ao uso de 20 a 50 minutos por dia. Nos dois casos, era necessário pagar tarifas telefônicas (como na internet discada).

O modem utilizado era o de 300 bps (bits por segundo) –para baixar uma música, por exemplo, demoraria um dia. Hoje, a média da banda larga no Brasil é de 1 Mbps (megabits por segundo).

Como se conectava

Era preciso ter um computador, um modem e uma linha telefônica. Depois, tinha de ligar para o número de dados do BBS, igual ao de um telefone.

Ao fazer isso, aparecia no computador a expressão “connect” ou semelhante. O nome do BBS aparecia e uma identificação era solicitada. No primeiro contato com um BBS, era solicitado o cadastramento.

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Torcedor à la carte

Fevereiro 07th, 2008 | Category: buzz, guerrilha, mídia alternativa, viral
A Football Federation Australia, juntamente com a Lowe + Rivet, deixou torcedores performáticos e “interativos” pelas ruas para divulgar a Hyundai A-League - a liga da primeira divisão de Futebol da Austrália e Nova Zelândia.



Fiquei pensando: como seria se fizessem uma versão Hooligan?

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