Varejo Digital
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Tendo em vista que o e-commerce não pára de crescer no Brasil, as lojas e marcas devem ficar atentas para aproveitar os potenciais desse mercado e a evolução do varejo. Que tal mesclar as vantagens da compra eletrônica (como o acesso a informações mais detalhadas sobre o produto, maior poder de seleção e velocidade na hora de achar o objeto de compra) com as vantagens do comércio do mundo físico e tangível (ver, tocar, experimentar os produtos)? Essa é a proposta do D-commerce: fazer a ponte entre as lojas e o mundo digital para melhorar a experiência de compra do consumidor e armá-lo com a informação necessária para tomar a decisão de compra no local mais adequado: o ponto-de-venda. A Ralph Lauren, por exemplo, lançou uma janela interativa na frente da sua Flagship Store de Londres, que dá aos consumidores a oportunidade de comprar através de uma touch screen . Na foto, o tenista e embaixador da marca Boris Becker demonstra como ver a linha Wimbledon e os clipes de tênis disponíveis na super janela… |
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| Além de todo o tipo de tecnologia interativa como sensores de movimento, touch screens, e afins, o D-commerce vem pegando carona com a evolução dos aparelhos móveis e seus dispositivos. No japão, onde 27% dos consumidores têm celulares equipados com leitor de código de barras, cenas como essa não são mais novidade: |
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Usando tecnologia parecida, a varejista sueca H&M criou peças de mobiliário urbano com modelos vestindo itens da coleção atual. Fotografando o código no anúncio, os consumidores tinham acesso ao catálogo da varejista e poderiam efetuar a compra pelo próprio celular. |
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“A face do varejo está mudando na frente dos nossos olhos, abrindo novas oportunidades para a indústria do marketing”, diz o CEO da RG/A Bob Greenberg, em artigo para a Adweek de maio. Para ele, as compras feitas com celular - e mídias emergentes como a TV interativa - estão demandando uma verdadeira revolução nas formas de comprar. Não se trata, no entanto, de inovar exclusivamene no formato para que a loja ou a marca esbanjem comunicação high-tech, mas sim, de se servir do que a tecnologia pode oferecer para criar experiências envolventes no momento de compra. Será que o exemplo da NikeID consegue ilustrar isso? |


